Fábio Francisco - Cortina de ferro para arruaça!!

Atualizado: 3 de mai.


E em cinco de março 1946 é usado à expressão “Cortina de Ferro” para o Muro de Berlim que fazia a divisão da Europa em duas partes: a Europa Oriental e a Europa Ocidental como áreas de influência político-econômica distinta. Enquanto a influencia político-econômica é o causador da expressão na Europa, no nosso estado, exatamente em “Malhador/SE” o real motivo se designaria em Arruaça! Baderna! Barulho! Som!


Foi-se o tempo de acompanhar as palavras do Padre perante o culto dominical ou semanal com total tranquilidade. Em meio à celebração o barulho constante de motos, carros, sons, interrompe a conclusão de pensamento e orações de fieis e pregador, trazendo a imposição de outrora do homem de Deus: “Seu Vigário”!


A submissão do poder público e da lei dos homens em outras épocas sempre foi constante perante a lei de Deus. Pelo visto, se sucede ate hoje. Em ordem, os poderes estabelecem ao município “CORDÕES DE ISOLAMENTO”, devidamente sinalizados nas mediações do templo e “rondas” frequentes vigiando a boa ordem, na Praça 25 de Novembro defronte a Igreja e Praça Pe. Antônio Manoel de Oliveira no município de Malhador. No intuito de celebrar as missas com total tranquilidade.


Ditadura ou Ordem?! Perante a lei de Deus, “Princípios”, que impede as interrupções e lhe dá poder pra qualquer que seja as objeções. Necessidades sugeridas pelo padre Cleberton Lima de Andrade, atual pároco e proposta pela Paroquia São José a Delegacia Municipal, Prefeitura de Malhador e Câmara de Vereadores que adere o proposto com o intuito de tornar lei municipal.


Nem Muro, nem Ditadura, nem Imposição. Apenas respeito perante o templo, perante a palavra de Deus, perante o catolicismo, perante a sociedade. Ordem que instigou o poder guardado, que acaba sendo utilizado nas hipóteses inusitadas. Que no fim causa polêmica mais constrói princípios e deveres a uma sociedade imprudente. Há jovens cidadãos que não respeitam a palavra de Deus e se submetem a palavra dos homens de poder e do poder.


Uma ordem ou lei que não precisaria ter sido criada se “o barulho” não fosse o causador da tranquilidade religiosa e se as pessoas tivessem o mínimo de respeito ao próximo e praticassem a máxima popular que diz “o meu direito termina onde o seu começa”. Os católicos e os céus certamente devem agradecer aos criadores da lei que lhes permitirá ter um pouco de paz durante as celebrações da santa missa.

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