Casos de chikungunya e zika aumentaram mais de 60% em Sergipe; Malhador registra alto índice.

Sergipe registrou aumento de 67% nos casos confirmados de chikungunya, 62,2% de zika e 35,4% nos casos de dengue, entre 2 de janeiro a 2 de abril deste ano, em comparação ao mesmo período ao ano passado. As informações foram divulgadas pela Secretaria de Estado da Saúde divulgadas nesta sexta-feira (22).

O mosquito Aedes aegypti é o responsável pela transmissão das doenças.


Duas mortes por dengue também foram confirmadas no estado. Uma ocorreu em Canindé do São Francisco e outra em Nossa Senhora do Socorro. No ano passado, foi registrado um óbito, de um morador do município de Nossa Senhora das Dores. Confirmações de casos

Este ano, foram 84 casos confirmados de dengue, 451 de chikungunya e 13 de zika. Já em 2021, as confirmações para dengue foram 62, 270 para chikungunya e 8 para os casos de zika. Segundo o levantamento estadual, Aracaju teve o maior número de casos de dengue e chikungunya. Já o município de Capela, de casos de zika. Crescimento da infestação do mosquito

Em janeiro, os levantamentos rápidos de Índice para Aedes aegypti (LIRAa/LIA) do ano de 2022 realizado pelos municípios mostraram que 32% dos municípios apresentaram índice satisfatório para Aedes aegypti, 57,3% dos municípios média satisfação e 8% dos municípios apresentaram índice de alta infestação. Os outros 2,7% dos municípios ficaram sem realizar o primeiro LIRAa do ano. Já no segundo LIRAa, realizado em março, houve piora: 26,6% tiveram índices satisfatórios, 65,3% dos municípios com índices que os classifica em médio risco, 6,7% dos municípios em alto risco. Outros 1,3% dos municípios não realizaram o LIRAa. Os municípios que apresentam alto índice de infestação neste último LIRAa foram: Itabaianinha, Malhador, Maruim, Nossa Senhora da Glória e Simão Dias. "O cidadão precisa estar atento para prevenir uma possível proliferação do Aedes Aegypti, já os gestores e profissionais da saúde de cada município, devem estar atentos em relação ao aumento de casos. É de extrema importância que façam a notificação imediata e tomem as medidas de controle com urgência, tais como bloqueio local e carros fumacê nas cidades com maior índice de infestação, disse o diretor de Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio Góes. Fonte: SES / G1 Sergipe

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